domingo, 21 de dezembro de 2008

Pudim com sono

Era por volta de duas da madrugada do dia 21 de dezembro de 2008, ouvi piadas toscas antes de deitar e li algumas reflexões de Montaigne, algo relacionado ao poder das palavras sobre um leitor assíduo. Juntei algumas tralhas antes de dormir que serão cabíveis ao importuno álbum de figurinhas que carrego debaixo dos braços.
Em um de seus apontamentos ácidos, Montaigne desprezou o ato de leitores acríticos que se apossam de pensamentos alheios para se fazerem de falsos eruditos,disse ainda que isso tudo não passa de uma máscara que esconde o medo de pensar deles. \o/ [aeeee!!]
Fiquei profundamente chocado com a contundência dialética do troço e ainda consegui sonhar com o velho e bom campo gramado.

Por: Guto Franco

Guto sente-se um como um pudim cheio de luzinhas natalinas por dentro esperando o Natal chegar.

Um comentário:

Mayhara disse...

pq é cômodo se apoderar de algumas coisas, ter representações.. se projetar em alguma história, em alguém, numa canção..
mas não é ruim...

é como se tivesse coprovando uma tese de um tcc..

mas na verdade sempre achei errada ter que se basear em outros para provar o que você acredita...
oq ue há de novo nisso?

até que ponto o medo de existir teses infundáveis não bloqueia a criatividade?

;*