Estou sendo praticamente obrigado a ouvir Spice Girls neste momento, de cara eu pensei "que porra, essas gurias são realmente cafonas e são do tempo em que as minhas amigas ensaiavam coreografias para se sentirem as mais populares da sala de aula". Foi aí que relutei.
Se essas meninas coloridas e apimentadas ("If you wanna be my lover") são antiquadas e despertam um certo desgosto moral em quem as ouve é porque algum sentido elas fazem lá no fundo, NE?! O objetivo não é criticar sobre qualidade dos arranjos e mixagens ou se as letras são literariamente considerável, o lance é, isso mexe com você?
Estou "embolachado" agora, me sentindo até mal em ter xingado as meninas baranguinhas que me levaram de volta a escola para reviver amigos que eu nem converso mais, fato é, Spice Girls e qualquer outra bagaça que você recorde aí faz parte de nossas vidas, é algo embrenhado em nossas estórias e nas construções de nossas compreensões críticas, e se for ver de perto, algum elemento condicionou alguma forma de representação em nossas vidas. Criticar é massa, meter o pau é fino também, mas parar para analisar os fatos de uma maneira, dizemos, mais benevolente, iremos permitir que a nossa visão vá um pouco além dos estereótipos dominantes. Vou começar o exercício admitindo que ouvir as meninoilas apimentadas foi legal.
Por: Gutolino
sexta-feira, 17 de abril de 2009
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Um comentário:
óh gosh
I was a geri halliwell
sabe .. "ai , ai, ai, me solta.. eu sou asism.. e pronto.. linda e ruiva"
mas nunca fui ruiva..
hoje em dia nem penso em ser ruiva.
mas.. p ser popular eu dançava "é o tcham" com as minhas amigas.. nas festas dela.. detalhe: fantasiada de hawaina.
pronto falei..
sou brega.. super..
e eu te amo grande, my friend
;*
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